Post por Lúcifer88
Sunday, February 11, 2007
Saturday, February 10, 2007
Governo reduz funções nucleares do Estado à defesa, segurança e diplomacia
Por outro lado, ao estreitar este núcleo duro, o Governo está a dar um sinal político sobre o que considera ser as funções exclusivas do Estado. Isto é, as que não podem ser desempenhadas por privados.
Se o Governo mantiver esta posição, as futuras admissões na função pública só serão "vitalícias" para os que vierem a ocupar o cargo de oficiais das Forças Armadas (os soldados ficam de fora); de polícias, guardas e investigadores; de magistrados (deixando de fora os restantes funcionários da Justiça); e de diplomatas (trabalhadores dos consulados e embaixadas não são abrangidos). Para os trabalhadores das restantes áreas, onde se destacam a Saúde, a Educação e a Justiça, todas as admissões far-se-ão por via do contrato individual de trabalho, tal como acontece no sector privado.
A discussão em torno das funções nucleares do Estado é eminentemente política. A Constituição deixa margem para várias interpretações e nada há predefinido que vá além da doutrina, ou seja, da opinião. Os liberais inclinam-se para um Estado menos interveniente, onde as funções nucleares são menos abrangentes, enquanto os sociais-democratas recusam excluir a Educação, a Saúde, a Justiça ou a Segurança Social deste núcleo duro. A questão está agora em saber para que lado se inclinará José Sócrates.
O que sucede aos actuais funcionários?
A discussão em torno das funções nucleares do Estado serve para definir o tipo de vínculo contratual que se vai aplicar aos trabalhadores que venham a ser admitidos no futuro. Mas o que acontece aos actuais funcionários públicos que estão fora das funções nucleares? Essa é a pergunta que os sindicatos insistem em colocar, mas cuja resposta o Governo insiste
Segundo
Porém
Especulações à parte, o certo é que, quando questionado pelos jornalistas, João Figueiredo tem evitado comprometer-se a este respeito, deixando em aberto todas as soluções para os contratos dos actuais funcionários públicos.
Post por: Lúcifer88
Benfica: Benfiquista António Tavares acusa mascarante de doping

O capitão da equipa de basquetebol do Benfica, António Tavares, acusou doping, mais precisamente a substância mascarante sinasteride. Com o resultado comprovado com a contra-análise, o basquetebolista foi preventivamente suspenso.
| “O sinasteride é um agente que vai poder mascarar a utilização de determinadas substâncias do grupo dos anabolizantes, como por exemplo a testosterona exógena”, explicou Luís Horta, acrescentando que, neste caso, “houve uma atitude negligente por parte do atleta e da equipa médica que o acompanha”. Luís Horta confirmou que a substância pode ser utilizada para casos de queda de cabelo, mas o atleta ou o Benfica nunca solicitaram ao CNAD autorização para o recurso à terapêutica – o medicamento Propécia é o mais utilizado em Portugal para este tipo de problemas. QUEDA DE CABELO “Mesmo que tivesse havido o pedido este não teria sido autorizado. Nem em Portugal, nem a nível mundial é autorizada a sua utilização terapêutica”, avançou o responsável, adiantando que o CNAD já teve, no passado, vários pedidos para a utilização do medicamento que nunca foram aceites. O capitão da equipa de basquetebol da Luz foi controlado a 8 de Dezembro, após a derrota dos encarnados na visita ao Ginásio (82-74), na décima jornada do campeonato da Liga, e no dia 27 do mesmo mês, durante um treino. | |||
| Mário Figueiredo | |||
Friday, February 9, 2007
Suplementos com esteróides - Venda faz-se através da Net em vez de lojas tradicionais

A Internet é o meio usado pelas farmacêuticas chinesas para venderem esteróides aos fabricantes europeus e norte-americanos de suplementos. E é também a forma encontrada por estas empresas para exportarem os seus produtos mundialmente.
O circuito comercial convencional é dominado por outras marcas mas, segundo Hans Geyer, do Instituto de Bioquímica da Universidade de Colónia (IBUC), na Alemanha, os suplementos com esteróides também podem ser encontrados em lojas, em países da Europa Central.
Ao procurar estes suplementos no motor de pesquisa Google, chega-se invariavelmente a um número interminável de links em alemão. Refinando a busca para língua inglesa, chega-se ao Worldnutrition.com, o site que, de acordo com Geyer, vende estes suplementos, garantindo entregas em apenas 24 horas. E, apesar de pertencer à Pharm-Labs LLC, de Delaware, EUA, o site está especialmente preparado para o mercado da Europa Central, com linhas telefónicas para cada país, de venda e apoio aos clientes. Usanutritionstore.com e Sledge-hammer.com seguem a mesma linha do Worldnutririon.com.
Os sites avisam que os produtos que vendem poderão não passar pelas alfândegas, mas cada um está especializado em mercados internos diferentes e alargados - uns para os EUA, outros para a União Europeia -, como forma de evitarem que os suplementos sejam apreendidos.
O sector dos suplementos nutricionais está em forte expansão: um relatório da consultora financeira Frost & Sullivan, intitulado U.S. Sports and Fitness Nutrition Markets, indica que esta indústria registou lucros de 2000 milhões de dólares (1700 milhões de euros) há quatro anos e prevê expandir esse valor até 4500 milhões de dólares (3700 milhões de euros) no próximo ano.
No entanto, a concorrência também é feroz. E a suplementação é tão discutida em fóruns na Internet como os esteróides, principalmente tópicos sobre os suplementos mais eficazes.
A creatina, por exemplo, é um dos principais elementos dos suplementos mais vendidos. Mas, segundo escreveu Paulo Armada da Silva, professor auxiliar na Faculdade de Motricidade Humana, no consultório suplementos e doping do site PODIUM, do PUBLICO.PT, "os efeitos da creatina tanto no aumento da massa muscular, como na força e resistência musculares são modestos, embora a publicidade faça crer o contrário. Inclusive, existem estudos científicos que contrariam a suposta acção ergogénica da creatina." Acrescentar esteróides pode fazer a diferença.
Fonte: Podium.publico.pt
Post por: Lucifer88
Capitão de basquetebol do Benfica suspenso preventivamente por doping
António Tavares, capitão da equipa de basquetebol do Benfica e internacional português, foi hoje suspenso preventivamente pela Liga de Clubes de Basquetebol (LCB) devido a dois controlos antidoping positivos, cujas análises detectaram finasterida, uma substância mascarante.
Paulo Mamede acrescentou que já seguiu para o Benfica a notificação do CNAD e que o capitão do clube da Luz está suspenso preventivamente até deliberação final da Comissão Disciplinar da LCB.
Fernando Tavares, vice-presidente do clube encarnado, explicou ontem, ao "Record", que "o jogador foi controlado a 8 de Dezembro de 2006, após o jogo com o Ginásio, na Figueira da Foz, e mais tarde, a 27 do mesmo mês, durante uma sessão de treino. O resultado foi positivo nas duas situações".
Atletas recebem informação sobre doping "praticamente todas as jornadas"
O jornal desportivo avança com a hipótese de a substância detectada ter tido origem num produto para impedir a queda de cabelo, mas Luís Horta, director do Laboratório de Análises e Dopagem, disse à Lusa que nem o atleta nem o Benfica solicitaram ao Conselho Nacional Antidopagem (CNAD) uma autorização de utilização terapêutica da finasterida.
"Mesmo que tivesse havido o pedido este não teria sido autorizado. Nem em Portugal, nem a nível mundial é autorizada a sua utilização terapêutica", adiantou Luís Horta, lembrando que no passado o CNAD já recusou pedidos para uso terapêutico desta substância.
"A finasterida é um agente que vai poder mascarar a utilização de determinadas substâncias do grupo dos anabolisantes, como por exemplo a testosterona exógena", explicou o director do LAD, acrescentando que, neste caso, "houve uma atitude negligente por parte do atleta e da equipa médica que o acompanha".
Luís Horta lembrou que não se pode falar de falta de informação por parte dos atletas em relação à substância em questão, uma vez que, "praticamente em todas as jornadas da Liga de Basquetebol, estes recebem informação das substâncias proibidas aquando dos controlos a que são submetidos". "Agora só o desenrolar do processo disciplinar ao atleta em questão poderá dizer o que se passou", acrescentou.
O responsável pelo laboratório explicou ainda que todos os atletas possuem um perfil endógeno de esteróides, que aparece alterado quando é usado um dopante desta classe, mas, se tiver sido consumido um mascarante, "não se consegue comprovar a presença da outra substância através da análise, porque foi mascarada".
Loja vende drogas leves
| Segundo contou ao CM o proprietário, Carlos Marabuto, “tudo o que se encontra à venda é completamente legal e não faz parte de qualquer lista de substâncias proibidas”. E acrescentou: “Não violamos qualquer lei, no entanto, não fugimos à verdade e afirmamos que o que se pode encontrar na smartshop são produtos naturais que contêm produtos activos que proporcionam viagens alucinogénias de algumas horas.” Carlos Marabuto, que importa a mercadoria a partir da Holanda, viu neste negócio “uma oportunidade excelente” e confessa que não teve qualquer entrave ao seu licenciamento. “Pedi uma licença à Câmara de Aveiro para abrir uma ervanária, com acesso restrito a maiores de 18 anos. Eles estranharam, mas autorizaram”, conclui. Ontem, dia em que abriu portas, a smartshop Cogumelo Mágico já teve dezenas de clientes – na maioria jovens – e nenhuma visita das autoridades. Erva sálvia (também conhecida como erva Maria), pronta a ser fumada ou para fazer chá, cactos “com pura mescalina” (uma substância altamente alucinogénia usada pelos índios americanos), kits para cultivo de ‘cogumelos mágicos’ e instrumentos variados para consumo de drogas fazem parte da lista de vendas, com preços entre os cinco euros e meio e os 60 euros. Questionado sobre o impacto que esta loja inédita terá, Carlos Marabuto está confiante de que “pode ser um factor para mudar mentalidades”. “Em Portugal, a venda e consumo de álcool é aceite e, seguramente, provoca muito mais problemas e até mortes do que o consumo de drogas leves”, refere. Já quanto a eventuais complicações legais, reafirma que “está tudo legal” e adverte que se os seus clientes “usarem, por exemplo, o cultivo de ‘cogumelos mágicos’ para depois os venderem a terceiros, estão a praticar um crime de tráfico”. | |||
| Carla Pacheco, Aveiro | |||
