Wednesday, February 21, 2007

As consequências de ser sedentário


30 minutos diários de actividade física 4 ou mais vezes por semana... Eis uma máxima que algumas instituições recomendam para que possamos viver mais e melhor.

Na verdade, é quase um lugar dizer que o exercício físico faz bem, mas será que todos sabemos o que é que nos acontece se não o fizermos?

Se não se mexer, o nosso corpo, que foi desenhado para tal, sofre uma série de alterações.

As primeiras alterações a verificarem-se são a redução da nossa capacidade vital e débito cardíaco, ou seja, ficar sentada o dia todo a ver televisão diminui a sua capacidade de captar e utilizar oxigénio e a capacidade do seu coração bombear sangue para o corpo todo.

Assim, os seus músculos, órgãos e cérebro recebem menos oxigénio, menos sangue e menos nutrientes (porque estes são transportados pelo sangue).

Tentando compensar esses défices, as artérias contraem-se, elevando a pressão arterial, que por sua vez aumenta o risco de enfarte e de formação de coágulos.

O enfraquecimento do coração associado à constrição das artérias diminui a capacidade do sistema cardiovascular responder a movimentos repentinos ou a mudanças de posição.

As pessoas sedentárias costumam sentir-se tontas quando se levantam de repente, porque o sistema não consegue fornecer sangue ao cérebro rapidamente.

Este facto também explica porque é que estas pessoas têm maior propensão para quedas e acidentes, existindo mesmo, estudos que demonstram que indivíduos sedentários sofrem mais atropelamentos que indivíduos activos.

Para além do exposto, a inactividade provoca um aumento dos níveis de colesterol e de triglicéridos e uma série de alterações nos músculos. Estes ficam mais pequenos, menos fortes, menos resistentes e menos elásticos, tornando a execução de tarefas aparentemente muito simples, como subir as escadas ou transportar as compras, algo extremamente cansativo.

Outra alteração ocorrida é a diminuição da capacidade dos músculos utilizarem a gordura como fonte de energia, o que explica, em parte, porque é que as pessoas sedentárias engordam com a idade.

A ausência de actividade física contribui, ainda, para um dos flagelos da sociedade ocidental: a osteoporose.

O osso é um tecido vivo que se remodela periodicamente, mas para que tal aconteça, é necessário haver um estímulo, que é dado pelo exercício.

Como se tudo isto não bastasse, verifica-se, em pessoas sedentárias uma alteração do metabolismo da glucose (aumentando o risco de diabetes) e da função intestinal (é normal estes indivíduos sofrerem de prisão de ventre).

É interessante acrescentar que o sedentarismo provoca alterações hormonais, designadamente uma diminuição dos níveis de testosterona, que é uma das principais causas da impotência masculina.


Artigo elaborado por Pedro Bastos

  • Mestrando em Nutrição e Dietética na Universidade de León
  • Pós-Graduado em Exercício e Saúde e Especialista em Treino Personalizado pela ESDRM
  • Instrutor de Musculação e Cardiofitness diplomado pelo CEF e pelo CEFAD

O autor poderá ser contactado através do telefone 96 708 87 99 para questões sobre fitness e nutrição.

Post por: Lúcifer88

Tuesday, February 20, 2007

Benfica arrisca ser investigado por sucessão de casos de doping


Em apenas um mês, o râguebi e o basquetebol do Benfica registaram dois controlos antidoping positivos. Este número sobe para três se for considerado o caso de Nuno Assis, no futebol. Segundo a legislação portuguesa, o clube “encarnado” pode ser alvo de um inquérito extraordinário do Conselho Nacional Antidopagem (CNAD) devido à sucessão de casos de dopagem, dois causados pela mesma substância.

De acordo com a Lei n.º 183/97, o CNAD pode “determinar e instruir a realização de inquéritos extraordinários e dos inerentes controlos antidopagem sempre que receba ou reúna fortes indícios de procedimentos habituais ou continuados de dopagem por parte de algum praticante ou nalgum sector de actividade desportiva”.

A possibilidade de o CNAD abrir um inquérito ao Benfica - hipótese confirmada ao PÚBLICO por um antigo membro daquele órgão - já foi seguida no passado por aquele organismo. Em 2002, devido a uma sucessão de testes positivos (por nandrolona) e de dezenas de outros cujos resultados estiveram perto da positividade, todos concentrados em apenas quatro clubes de futebol, o CNAD decidiu investigar. Resta saber se agora seguirá o mesmo caminho.

O inquérito aberto na altura originou uma queixa às autoridades judiciais, que seguiu para a Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira, da Polícia Judiciária (PJ), então dirigida por Maria José Morgado. Não são conhecidos resultados das diligências da PJ, mas a legislação continua a permitir ao CNAD apresentar queixas ao Ministério Público, “se nos processos de inquérito ou disciplinares forem apurados factos susceptíveis de indiciarem o crime de tráfico ilegal de estupefacientes ou de substâncias psicotrópicas ou tráfico de quaisquer outras substâncias dopantes, ou de auxílio ou incitamento, por qualquer forma, ao seu consumo”, pode ler-se na lei.

Assis, basquetebol e râguebi

Ainda não tinha terminado a ressaca do caso Nuno Assis, que durou mais de um ano e foi concluído com uma sanção do Tribunal Arbitral do Desporto (um ano), e já o Benfica regressava às primeiras páginas dos jornais devido a outro teste positivo, desta vez por detecção de finasterida ao basquetebolista António Tavares. Uma semana depois, novo caso suspeito atingiu o râguebi, causado pela mesma substância, tomada por Paulo Barata.

Entre os dopantes encontrados, o de Nuno Assis (19-norandrosterona) é considerado o mais grave, porque é um anabolizante. A substância detectada a António Tavares e a Paulo Barata é proibida porque pode ser usada para esconder produtos mais fortes. “É um mascarante, não é um dopante, não altera o rendimento desportivo”, insistiu ao PÚBLICO o vice-presidente do Benfica para as modalidades, Fernando Tavares.

Segundo este responsável, Paulo Barata “já foi controlado antes, numa competição internacional, pela selecção de “sevens”“. “Ele declarou que medicamentos estava a tomar e o médico que fez o controlo disse-lhe que não havia problema”, afirmou Tavares.

Benfica fala em atenuantes

Este dado foi confirmado pelo secretário-geral da Federação Portuguesa de Râguebi, Delfim Barreira, mas nenhum dos responsáveis se lembra se o controlo foi realizado antes ou depois de Janeiro de 2005, altura em que a finasterida entrou na lista proibida. O vice “encarnado” vincou também que o râguebi é uma modalidade amadora, sem intervenção do departamento médico do clube. Aos jogadores são feitos apenas exames no início das épocas.

Segundo Delfim Barreira, o órgão disciplinar da federação deverá anunciar uma decisão sobre o processo de Paulo Barata “na quinta ou sexta-feira”. Mais atrasado está o caso de António Tavares, pois o Benfica ainda não recebeu a nota de culpa.

Neste processo, o médico da equipa profissional de basquetebol, Amílcar Miranda, responsabilizou-se por ter autorizado António Tavares a usar um fármaco de tratamento capilar. “O médico desconhecia a entrada do medicamento na lista de substâncias proibidas”, explicou o clube.

Questionado pelo PÚBLICO se o médico explicara o porquê do desconhecimento sobre a proibição da finasterida, em vigor desde Janeiro de 2005, Fernando Tavares respondeu: “Não, e isso não era importante. Houve uma falha grave, há informação sobre o assunto e não havia razão para tal, mas há que destacar a nobreza do médico ao assumir a sua responsabilidade.” O dirigente considera que este facto é “uma atenuante importante” para a avaliação do processo do basquetebolista. Nos dois casos, Tavares espera decisões favoráveis aos atletas.

Estudos indicam que finasterida pode esconder outros dopantes

A finasterida é o nome genérico do medicamento Propecia, utilizado para tratar a queda de cabelo. É também uma substância proibida, desde Janeiro de 2005, pela Agência Mundial Antidopagem (AMA), depois de pesquisas científicas patrocinadas por este organismo terem concluído que pode esconder o consumo de dopantes que têm influência no desempenho desportivo, entre os quais os esteróides anabolizantes.

Uma destas pesquisas foi realizada pelo Instituto de Bioquímica da Universidade Alemã de Desporto, em Colónia. Segundo indica o resumo do estudo, “os resultados demonstram que a finasterida pode causar sérios problemas de interpretação dos perfis dos esteróides, que têm um papel importante no controlo da dopagem (detecção do consumo de esteróides endógenos, estudos longitudinais, individualização da amostra, etc.).

Além disto, a finasterida pode complicar ou mesmo impedir a detecção de esteróides 19-nor”, entre os quais a 19-norandrosterona, encontrada na urina de Nuno Assis. Os investigadores do instituto germânico concluíram, por isso, que “os resultados demonstram que a finasterida pode ser usada como um agente mascarante”.

Fonte: Público.pt

Post por: Lúcifer88

Friday, February 16, 2007

Desemprego dispara para o nível mais alto dos últimos 20 anos

Manuel Esteves
O Instituto Nacional de Estatística (INE) surpreendeu ontem o País ao anunciar um forte crescimento do desemprego no último trimestre de 2006. De 7,4% no terceiro trimestre, a taxa de desemprego passou para 8,2%, e acima da que se verificara um ano antes - 8%.

Este agravamento notável do desemprego não só contraria os sinais de recuperação como ergue o número total de desempregados para o nível mais elevado desde, pelo menos, 1986: são 458,6 mil pessoas que declaram não ter emprego; estar disponíveis para trabalhar e terem feito diligências nesse sentido nas três semanas anteriores à data do inquérito.

No último trimestre do ano, entre os que encontraram emprego e os que o perderam sobraram 11 mil novos desempregados. De onde vieram eles? Como se pode ver no gráfico em baixo, o agravamento "líquido" do desemprego assentou exclusivamente nas mulheres pouco qualificadas e com experiência profissional anterior no sector dos serviços.

Norte volta a ser fustigado

A região Norte voltou a ser a mais fustigada pelo desemprego, reforçando a sua posição destacada no país. O número de desempregados no Norte aumentou 7,1% em termos homólogos para atingir os 193 mil, ou seja, 42% do universo das pessoas sem emprego (bem acima da fatia de 35,5% da população activa que vive nesta região). As duas outras regiões mais relevantes, Centro e Lisboa e Vale do Tejo, onde houve ligeiras reduções homólogas, concentram, respectivamente, 17% e 27% da população desempregada.

Também no Algarve houve um agravamento do desemprego, de 8%, mas que tem contornos essencialmente sazonais, associado ao fim da estação balnear. Tanto nesta região como nas Ilhas, onde se registaram igualmente variações acentuadas (mais 16% na Madeira e menos 8% nos Açores), os dados do desemprego devem ser lidos com particular prudência dado o nível de erro que lhes está associado.

Nove mil empregos criados em dois anos

Nos últimos dois anos, a economia portuguesa criou 8,9 mil postos de trabalho. Segundo o INE, no último trimestre de 2006 estavam empregadas 5142,8 pessoas contra 5133,8 mil no último trimestre de 2004. Este fraco crescimento, todo baseado no último ano, contrasta com uma variação bem mais significativa do número médio anual de empregados entre 2004 e 2006, de 37 mil, também acumulado integralmente no último ano. Aparentemente, os empregos criados terão sido de curta duração. Aquela criação líquida de nove mil postos de trabalho torna duvidoso o cumprimento da meta da criação de 150 mil novos empregos durante esta legislatura, com que o Governo se comprometeu.

Confrontado com os dados do INE, o ministro do Trabalho admitiu ser um dado negativo, mas desvalorizou-o à luz do crescimento expectável da economia. Para Vieira da Silva, esta subida do desemprego é "um momento e não uma tendência", tendo em conta o "indiscutível" crescimento da economia. As centrais sindicais, por seu lado, atribuíram as responsabilidades ao fraco crescimento económico e insistiram na necessidade de mudar o modelo económico do País.

Fonte: DN Online
Post por: Lúcifer88

Envelope 9: PS e BE apontam contradições Dias André e ex-PGR

PS e Bloco de Esquerda apontaram contradições entre o depoimento feito esta quinta-feira pelo inspector da Polícia Judiciária, Dias André, e as declarações prestadas na semana passada pelo ex-procurador-geral da República Souto Moura à comissão de inquérito «Envelope 9».

Perante este cenário, PS e BE admitiram que a comissão pode ter de ouvir os procuradores que investigaram o processo Casa Pia, mas adiaram a decisão até à audição da inspectora da Polícia Judiciária (PJ) Rosa Mota, que trabalhou como coordenadora na equipa de Dias André, e que deverá ser ouvida na próxima quarta-feira.

Hoje, o inspector Dias André, que chefiou a equipa de investigação na PJ sobre o processo Casa Pia, entretanto aposentado, disse à comissão que a disquete com os elementos relativos ao então arguido Paulo Pedroso foi analisada pela Secção de Tratamento e Análise de Informação (STAIC) da PJ e depois devolvida ao Ministério Público.

«Quando chegou a primeira disquete com os elementos relativos ao então arguido Paulo Pedroso foi levada ao STAIC para tratamento», disse, salientando que esse era o procedimento habitual e que a sua equipa nunca abriu qualquer suporte informático.

Na semana passada, Souto Moura afirmou perante a comissão de inquérito estar convencido de que as disquetes que compõem o «Envelope 9» nunca foram abertas pela PJ nem pelos procuradores do Ministério Público, «ficaram esquecidas» mas foram anexadas ao processo Casa Pia.

O «Envelope 9», anexo ao processo Casa Pia, consiste em disquetes disponibilizadas pela PT em 2003 com facturação detalhada do ex-deputado do PS Paulo Pedroso, então considerado suspeito, e outros titulares de órgãos de soberania sem relação com a investigação.

«Até agora tínhamos tido a informação de que as disquetes tinham ficado esquecidas no Ministério Público e que nunca ninguém tinha aberto os filtros. Acabámos de ter uma versão distinta», resumiu o deputado do BE Fernando Rosas, no final da audição.

«Eu não sei se poderemos prescindir de ouvir algum dos procuradores sobre esta questão», afirmou Rosas, que antes da audição de Dias André tinha deixado cair um requerimento onde pedia precisamente os depoimentos de João Guerra, Paula Soares e Cristina Faleiro.

Também a deputada socialista Helena Terra sublinhou que a comissão não pode apurar factos enquanto não resolver «contradições fundamentais».

«Era prudente ouvir a coordenadora Rosa Mota, se subsistirem as dúvidas podemos ter de insistir na presença dos procuradores», disse.

Na audição de hoje, Dias André explicou que, quando a primeira disquete relativa a Paulo Pedroso estava a ser analisada pelo STAIC, o Ministério Públic o alertou que tinha chegado «mais informação» relativa ao ex-deputado socialista.

«Na altura disse ao dr. João Guerra que já lá tínhamos essa informação», afirmou, explicando que nunca recolheu esses elementos que supõe que tinham ficado na posse do Ministério Público.

Os deputados questionaram o inspector sobre o tipo de suporte informático em que estava guardada esse segundo conjunto de informações - CD ou disquete - mas Dias André não soube responder, dizendo não ter chegado a ver esses elementos.

Na semana passada, Souto Moura afirmou que a facturação detalhada do telefone fixo de Paulo Pedroso voltou a ser pedida à PT pela equipa de procuradores do Ministério Público, sendo remetida num CD, que, esse sim, foi analisado.

«O ex-PGR disse que as disquetes nunca tinham ido para o STAIC, o que tinha ido para o STAIC foi um CD. Este depoimento vem dizer exactamente o contrário: foi a disquete com a facturação detalhada de Paulo Pedroso que foi a STAIC e voltou», afirmou Fernando Rosas.

PSD e CDS-PP não manifestaram certezas de que existam contradições entre os depoimentos de Dias André e Souto Moura, lembrando que são cinco as disquetes que compõem o chamado «Envelope 9» e que o inspector da PJ apenas falou numa disquete com elementos relativos a Paulo Pedroso.

«Poderão não estar a falar na mesma informação», afirmou Montalvão Machado.

Na próxima quarta-feira, à noite, a comissão de inquérito deverá ouvir, além da inspectora da PJ Rosa Mota, a técnica informática da PT Ana Paula Fernandes.

Ana Paula Fernandes, que já foi ouvida pela comissão a 4 de Janeiro, foi a técnica da Portugal Telecom que em 2003 recolheu os dados telefónicos e introduziu um filtro no ficheiro de Excel que viria a constituir o chamado «Envelope 9» anexo ao processo judicial Casa Pia.

Diário Digital / Lusa

15-02-2007 20:42:00

Post por: Lucifer88

Nova tributação automóvel: ISV e Imposto de Circulação substituem IA e Selo do Carro

O Governo aprovou ontem uma reforma da tributação automóvel, abolindo-se os impostos automóvel, municipal sobre veículos, de circulação e de camionagem, e prevendo-se reduções médias para os menos poluentes na ordem dos 10 por cento. Em substituição dos quatro impostos agora extintos, são criados os códigos de Imposto sobre Veículos (ISV) e de Imposto Único de Circulação (IUC). Esta são medidas aguardadas com grande expectativa por parte do sector automóvel, que atravessa um momento menos bom, com uma descida acentuada das vendas.



Segundo o secretário de Estado, João Amaral Tomaz, com a introdução a partir de Julho da componente ambiental de 30 por cento no cálculo do imposto, "haverá um desagravamento médio de 10 por cento para os veículos menos poluentes", o que representará menos 45 milhões de euros.

Em Janeiro de 2008, com o aumento da componente ambiental para 60 por cento no cálculo do imposto, João Amaral Tomaz estimou em cerca de 90 milhões de euros a receita a obter pelo Estado com o ISV.

No entanto, de acordo com o membro do Governo, no prazo de cinco anos, verificar-se-á uma "recuperação" destas receitas perdidas pelo Estado, na sequência do progressivo aumento das cobranças com o IUC.

João Amaral Tomaz referiu que o novo sistema de imposto separa a vertente "registo e circulação da viatura" e, por outro lado, introduz "uma aceleração da componente ambiental" - o que coloca Portugal "numa posição mais avançada do que Bruxelas ambiciona em termos de União Europeia".

Pela proposta do Governo, que será submetida à apreciação do Parlamento, estes veículos terão uma redução fiscal na ordem dos 500 euros, sendo o abatimento deste valor feito no acto de pagamento do próprio imposto junto dos serviços a duaneiro.

De acordo com o secretário de Estado, o Governo fez uma estimativa junto dos operadores do sector sobre as viaturas que se encontram em condições de beneficiar desta redução, concluindo que serão registados por ano cerca de 12 mil viaturas. Em termos globais, para o Estado, estas 12 mil viaturas representarão "um aumento de seis milhões de euros em termos de despesa fiscal".

Com a introdução do novo imposto de circulação (IUC), o Governo afirma ter introduzido uma medida cautelar para evitar uma situação de dupla tributação em relação às viaturas já em circulação.

Quanto ao impacto destas medidas no comércio automóvel, o presidente da Mesa da ACIF do Comércio Automóvel, Pedro Tavares, referiu ao JM-Economia que o sector terá que estudar primeiro o alcance das mesmas. Todavia, em recente entrevista ao JM-Economia, considerou que não é de esperar uma descida significativa na descida dos preços dos automóveis, pelo menos em relação aos veículos mais procurados pelos consumidores.

Augusto Soares

Fonte: Jornal da Madeira
Post por: Lúcifer88

Jardim diz que portugueses «não têm testículos»

Críticas ao resultado do referendo à despenalização do aborto

Alberto João Jardim lança críticas aos portugueses depois do resultado do referendo à despenalização do aborto e avisa que caso a lei aprovada não lhe agrade vai colocar em causa a sua constitucionalidade.

«Parece que, em Portugal, não há testículos para se dizer que o referendo acabou por ser um fracasso do regime político, o referendo não é vinculativo, não tem qualquer valor jurídico», disse Alberto João Jardim no regresso de Bruxelas, em declarações citadas pela agência Lusa.

O presidente do Governo Regional considera que o resultado do referendo não tem valor jurídico e considera que «a iniciativa que tiver a Assembleia da República é susceptível de ser impugnada por inconstitucional». «Eu, se entender que a Assembleia da República está a fazer uma lei que atenta contra as normas da Constituição que defendem o valor da vida, vou levantar a inconstitucionalidade», avisou.

Fonte: PortugalDiário
Post por: Lucifer88

Thursday, February 15, 2007

Benfica: jogador de râguebi apanhado nas malhas do doping

Paulo Barata, jogador de râguebi do Benfica, acusou positivo num controlo antidoping, segundo disse à Agência Lusa o director do Laboratório de Análises e Dopagem.

Luis Horta revelou que no controlo efectuado ao jogador a 7 de Janeiro, após o jogo com o Técnico, foi detectada a substância sinasteride, um «agente que vai poder mascarar a utilização de determinadas substâncias do grupo dos anabolizantes». A contra-análise realizada a 30 de Janeiro confirmou o primeiro resultado, pelo que a Federação Portuguesa de Râguebi foi já notificada.

A substância em causa pode ser encontrada em medicamentos para a queda de cabelo, mas Luís Horta esclarece que o atleta «não solicitou a autorização para o recurso à terapêutica.»

Este é o terceiro caso de doping verificado no Benfica este ano. O último tinha sido António Tavares, capitão da equipa de basquetebol, que também acusou sinasteride. Antes tinha sido Nuno Assis a acusar substâncias proibidas.

Post por: Lucifer88