Tuesday, January 16, 2007

Governo trava descida dos combustíveis


O petróleo negoceia nos mesmos valores de Junho de 2005, mas os portugueses estão a pagar mais 12% pelos combustíveis.
Grande parte deste diferencial é explicado pela subida dos impostos, que agora representam mais de 65% do preço final da gasolina, quando em 2005 a carga fiscal era de 62,8%, refere o «Jornal de Negócios».

Quando analisado na moeda europeia, o «brent», petróleo negociado em Londres, transacciona actualmente nos 40 euros, o que representa uma queda de cerca de 7,5% desde então. Seria por isso de esperar que os combustíveis estivessem hoje, pelo menos, ao mesmo nível que o praticado em 2005, mas o certo é que os portugueses estão a pagar combustíveis 11% mais caros.

No total, os aumentos dos impostos entre Julho de 2005 e Janeiro de 2007, representam mais cerca de 8 cêntimos por litro de combustível. O preço médio de venda ao público da gasolina sem chumbo 95 octanas situava-se, em Junho de 2005, nos 1,094 euros, hoje custa 1,229 euros, o que corresponde a um aumento superior a 13 cêntimos, ou 12%.
Quanto à carga fiscal (ISP mais IVA), representava 62,8% do valor total em 2005 e este ano corresponde já a 65,3%.
Fonte: Angência Financeira
Post por: Lúcifer88

Nível de vida piorou para dois milhões de portugueses

Metade dos trabalhadores por conta de outrem em Portugal deverá ter perdido poder de compra em 2006, tendo em conta apenas os seus rendimentos de trabalho e a subida de preços registada no ano passado.

O cruzamento dos dados da inflação divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que confirma uma subida média dos preços de 3,1 por cento, com os dados oficiais sobre aumentos salariais em Portugal, permite verificar que estes aumentos foram inferiores à subida dos preços para mais de dois milhões de trabalhadores por conta de outrem.

Estão nesta situação mais de 730 mil funcionários públicos, mas também mais de 1.300.000 empregados do sector privado, refere o «Público».


Na função pública, os aumentos salariais em 2006 não ultrapassaram 1,5%; no sector privado, os dados conhecidos sobre a contratação colectiva, que englobam pouco mais de 1,3 milhões de trabalhadores, mostram que os aumentos médios implícitos nos contratos que entraram em vigor até Setembro tinham subjacente um aumento salarial médio de 2,8%.

Como os dados do INE relativos ao inquérito ao emprego mostram que no terceiro trimestre do ano passado havia pouco mais de 3,9 milhões de trabalhadores por conta de outrem, conclui-se que cerca de metade destes deverá ter perdido poder de compra.


Esta situação deverá manter-se em 2007, pelo menos para a função pública, já que o aumento salarial estipulado unilateralmente pelo Governo volta a não ir além dos 1,5%. Este aumento não permitiria qualquer ganho de poder de compra mesmo que a taxa de inflação prevista pelo Governo para 2007 se viesse a concretizar.

Na sua proposta de Orçamento do Estado para o corrente ano, o Governo prevê que os preços, em média, não subam mais do que 2,1%. No entanto, no mesmo documento, o Governo previa que a evolução média dos preços em 2006 não deveria ultrapassar os 2,5%. E na proposta de Orçamento para 2006, a previsão do Governo ficava-se por uma subida dos preços de 2,3%.

Fonte: Agência Finaceira

Post por: lúcifer88

Hitler também fazia BB eheheheh












Clique na imagem para ampliar
Post por: Lúcifer88





Alguém me diga onde fica este ginásio SFF
















Clique na imagem para ampliar


Post por: Lúcifer88


Friday, January 12, 2007

Referendo: Aborto desvia verbas da Saúde





Aborto: todos os médicos objectores de consciência



O antigo bastonário da Ordem dos Médicos Gentil Martins apelou esta terça-feira aos clínicos para que sejam objectores de consciência e se recusem a fazer abortos caso o «sim» vença no referendo, porque a «lei não ultrapassa a ética», refere a Lusa.


«Espero que a esmagadora maioria dos médicos seja objector de consciência», disse hoje o médico, durante a apresentação do movimento contra a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) «Diz não à discriminação».


Defendendo que primeiro que a lei têm que estar os direitos humanos e a ética, Gentil Martins considerou que os médicos apenas deverão praticar os chamados «abortos terapêuticos», ou seja, quando está «em jogo» a vida da mãe.


«A lei só por si não ultrapassa a ética (...), não é a ética que se tem de conformar à lei», sublinhou, fazendo votos para que se o «sim» vencer no referendo sobre a despenalização do aborto «a maioria dos médicos recuse essa situação».


O médico especialista em cirurgia pediátrica, que irá participar «activamente» na campanha pelo «não» no referendo, recuperou ainda a ideia de que «do ponto de vista científico a vida começa na concepção», salientando que, de um modo geral, «a classe médica não aceita o aborto».


Ainda durante a sessão de apresentação do movimento «Diz não à discriminação», o jurista Paulo Oneto considerou que o que está em causa no dia 11 de Fe vereiro é permitir ou não que aconteçam várias «discriminações», nomeadamente a «discriminação em relação ao pai».


«Uma mulher casada no regime de comunhão de adquiridos precisa do consentimento do marido para vender a casa ou o carro, mas para se desfazer de um filho não precisa de qualquer consentimento do marido», afirmou, lamentando que, se o «sim» vencer, «o direito passe a tratar melhor as coisas do que os seres humanos».

Fonte: PortugalDiário


Cada vez que o Estado financiar 2,3 abortos está a não pagar, a adiar ou a excluir uma operação.” As palavras são do social-democrata António Borges, que com este argumento apelou ontem ao ‘não’ no referendo de 11 de Fevereiro.

Para o economista, o aborto praticado por opção não deve ser financiado pelos impostos dos contribuintes, pois desta forma serão desviados os recursos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que já passa por “graves constrangimentos financeiros”.

“É preciso saber se é justo desviar verbas do SNS para quem não está doente e tem apenas uma vontade”, acrescentou Maria José Nogueira Pinto, vereadora do CDS-PP na Câmara de Lisboa, que ontem participou com António Borges e Isabel Neto numa conferência da plataforma ‘Não Obrigada’.Já Isabel Neto, defendeu que as verbas destinadas ao aborto deveriam ser aplicadas antes no apoio à família e no incentivo à natalidade.

“Numa sociedade que enfrenta um ‘tsunami’ de doenças crónicas e de baixa de natalidade, não devemos estar a desviar fundos para liberalizar o aborto, mas para as mulheres que querem ter mais filhos”, sublinhou Isabel Neto. Quanto ao montante das verbas necessárias para pagar os abortos, Isabel Neto adiantou que “se o Estado financiar entre 650 a 800 euros por aborto, o montante atingirá entre os 20 e os 30 milhões de euros”.

António Borges deixou outro alerta: “Se o ‘sim’ vencer, isso poderá levar a um aumento exponencial e deplorável do número de abortos.” NOTAS SOLTAS‘SIM’ VINCULATIVOO social-democrata António Borges defendeu ontem que, caso o ‘sim’ vença o referendo mas sem um resultado vinculativo, a lei não deve ser alterada como o PS pretende fazer, por colocar em causa os “futuros referendos”.

ASSINATURAS

O movimento cívico ‘Vida, Sempre!’ recolheu nove mil assinaturas no distrito de Vila Real em defesa do ‘não’ ao aborto no referendo que se realiza a 11 de Fevereiro (...)

Fonte: Correio da Manhã

Wednesday, January 10, 2007

Koika

This summary is not available. Please click here to view the post.

Esguia

Para ver em alta resolução cliquem nas fotos. Nús de bom gosto, fotografia de grande qualidade http://www.met-art.com/